O sonho é por mundo livre de preconceitos, por isso, “gostaríamos de fazer algo que conscientizasse as pessoas de que o bullying, machismo, homofobia e racismo são ações sérias”, contam os estudantes.

A primeira atividade na escola foi: “nós fizemos uma “brincadeira” com o post-it, que consistia em pegarmos post-its e escrever coisas boas neles, ao invés de fazer igual ao bullying comum (onde às pessoas escrevem coisas ruins e humilhantes e colam nos outros com o desejo de sacanear-los). Essa parte do projeto foi realizada no recreio e foi incrível, deu super certo!”.

O colégio se encheu de cartazes que contavam a história da mulher na sociedade e como o papel da mulher veio se transformando no último século.

Os estudantes fizeram “panfletos” para conscientizar sobre homofobia e racismo. Contam como foi: “No dia que fomos imprimir os “panfletos”, a atendente da papelaria leu um deles e achou o projeto muito legal, pois ela é lésbica e sofreu homofobia. Entregamos os “panfletos” no parque Ibirapuera. A primeira pessoa que fomos entregar, foi um homem que não aceitou, pois dizia que o conteúdo não batia com seus conceitos de vida. Já a segunda pessoa aceitou e falou super bem no nosso projeto!Ela comentou: ‘O Brasil é o país com mais concentração negros e o país com mais racismo no mundo’.”


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